segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Cinco Quilômetros

Não caia de joelhos
Levante-se meu amigo!
A vida é apenas mais cinco quilômetros

Cinco quilômetros de pura caminhada
Uma caminhada sobre a brasa que queima
Que marca e que fere!
Tornamos rígidos pelo próprio tempo

Espero que sevenha
Que sevá
Que sesinta 
Que seplaneje
Entretanto que permaneça enquanto dure
Não o amor!?

As cinzas do passado revelam o presente
Aaah quem diga do tempo presente
Ou de quem pretende prever o futuro
O futuro é incerto!

Quão são as passagens da vida
Das lágrimas
Calma meu amigo são apenas
                              [cinco quilômetros de  caminhada
Ande sem refletir
Fale sem pensar
Liberte-se do sistema

Autor: João D'arc


Cinco Quilômetros

Não caia de joelhos
Levante meu amigo!
A vida é apenas mais cinco quilômetros

Cinco quilômetros de pura caminhada
Uma caminhada sobre a brasa que queima
Que marca e que fere!
Tornamos rígidos pelo próprio tempo

Espero que se venha
Que se vá
Que se sinta 
Que se planeje
Entretanto que permaneça enquanto dure
Não o amor!?

As cinzas do passado revelam o presente
Aaah quem diga do tempo presente
Ou de quem pretende prever o futuro
O futuro é incerto!

Quão são as passagens da vida
Das lágrimas
Calma meu amigo são apenas
                              [cinco quilômetros de  caminhada
Ande sem refletir
Fale sem pensar
Liberte-se do sistema

Autor: João D'arc


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Quem Sabe o Que podemos ser!

Um dia de sol ardente
Explendor arcaico das armas de barro
Cansados estamos pela suave brisa do mar
Da corrupção, do "ladronismo", enquanto "que país é esse"
Levanta-se o estandarte contra a ulcera podre e fedida que subirá ao poder

Deve-se a liga da juventude ainda não corrompida pela podre sociedade já contaminada
Respeita-se somente o que se sabe
Talvez explique a dor das escolas publicas
Dos alunos capazes por natureza, incapazes por politíca!
Foda-se essa merda de governo
Foda-se a " Liberte, igualite e fraternite"

Devemos subir ao poder como guerreiros de mentes decididas
Óh povo das injustiças
Das intolerâncias!
Das guerras civis
E mais do que tudo das vendas Transparentes!

autor: Állan Charles